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Conselho Regional de Psicologia

Petrolina recebeu atividades intersetoriais do CREPOP-PE

Entre os dias 17 e 20 de fevereiro, o Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP) do Conselho Regional de Psicologia de Pernambuco - 2ª Região (CRP-PE), realizou atividades intersetoriais no município de Petrolina. Esse momento integra o Plano de Trabalho previsto para o ano de 2025.

Nesse período, foram realizadas práticas com as gestões da Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome juntamente com os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). Na ocasião, discutiu-se a execução e os desafios enfrentados na implementação das Políticas Públicas. Os CRAS’s foram responsáveis por apresentar as especificidades necessárias para garantir os direitos das populações rurais e ribeirinhas.

O CREPOP-PE, também realizou visitas aos dispositivos da Secretaria de Saúde, sempre buscando dialogar com a Coordenação de Saúde Mental e gestoras dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além de profissionais e estagiárias(os) da Psicologia. Nos encontros, trataram sobre a atuação do Sistema Conselhos, destacando a importância do CREPOP e a defesa da prática profissional nas políticas públicas. Da mesma forma, foi apresentado a I Mostra de Práticas Profissionais – RAPS, bem como a Consulta Pública - Gestores SUAS.

Ademais, a Faculdade UNIFTC se tornou sede de uma roda de conversa sobre o Sistema Conselhos e o CREPOP. Esse espaço, proporcionou uma troca de experiências e aprofundamento em relação ao exercício profissional nas políticas públicas. Na oportunidade, abordaram os desafios e as potencialidades da inserção da psicologia nas diversas áreas da política pública, especialmente na atenção à saúde mental, assistência social e direitos humanos.

Segundo o CREPOP-PE, as atividades reforçaram a importância de práticas integradas e éticas da categoria nas políticas públicas, destacando a necessidade de constante diálogo entre os diferentes setores para a promoção de direitos e a melhoria da qualidade de vida das populações atendidas. Para os seus integrantes, a troca de conhecimentos e o fortalecimento das redes de apoio contribuíram significativamente para a partilha de práticas colaborativas no campo da psicologia e das políticas públicas.

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