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Conselho Regional de Psicologia

CRP-PE dialogou sobre migração e saúde mental em Seminário Estadual

O Conselho Regional de Psicologia de Pernambuco – 2ª Região (CRP-PE), por meio da Comissão de Políticas Públicas (CPP), esteve presente no Seminário Estadual da Pessoa Migrante, contribuindo para o debate sobre migração, saúde mental e atenção psicossocial. Promovido pelo Comitê Estadual de Políticas Públicas para Promoção dos Direitos dos Migrantes, Refugiados e Apátridas do Estado de Pernambuco, o evento representou uma ação fundamental para o diálogo e acolhimento das principais pautas relacionadas à garantia de direitos das pessoas migrantes. 

Representando o Regional, participaram Luciana Florencio de Lima (CRP-02/14.552) e Carina Isabel de Almeida Morgado (CRP-02/29.448), que abordaram a migração na perspectiva da Psicologia. As psicólogas apresentaram as iniciativas desenvolvidas pelo Conselho, que desde 2017, fortalece o diálogo e a defesa dos direitos da população de migrantes. Durante a atividade, também destacaram a retomada do Comitê de Crise do CRP-PE, após um período de pausa. Construído por meio da Comissão de Políticas Públicas, o Comitê atua como um importante espaço de articulação e mobilização política. 

O vice-coordenador da CPP, Breno Lincoln Pereira de Souza Diniz (CRP-02/16.277), que também participou da agenda, destacou a relevância da presença do CRP-PE no seminário, especialmente neste momento de retomada das atividades do Comitê de Crise. “A participação nesse processo fortalece a transparência sobre como o Conselho tem tratado a temática da migração e reafirma o compromisso da Psicologia com uma atuação ética, política e social junto à população migrante”, ressaltou.  

“Também amplia o debate sobre saúde mental e atenção psicossocial, contribuindo para a formulação e o fortalecimento de políticas públicas específicas para essa população, sempre na perspectiva do acolhimento e da garantia de direitos”, concluiu o conselheiro. 

Para o CRP-PE, esse momento reafirma o papel da Psicologia na defesa dos direitos humanos e na promoção de práticas comprometidas com o acolhimento, a escuta e o diálogo que reconhece diferentes culturas, territórios e saberes. 

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