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28 de maio - Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

28.05.2017

O dia 28 de maio, além de ser o Dia Internacional de Ação pela Saúde das Mulheres, integra a agenda do movimento de mulheres brasileiras como o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.

Conforme fontes da página Rede Mulher, a data é fruto da ação de mais de duas décadas do movimento pela saúde das mulheres e feministas que decidiu ter um dia de ação mundial para tornar visível um fenômeno. O Dia Internacional de Ação Pela Saúde da Mulher – 28 de maio - foi definido no IV Encontro Internacional Mulher e Saúde que ocorreu em 1984, na Holanda, durante o Tribunal Internacional de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos, ocasião em que a morte materna apareceu com toda a sua magnitude. A partir dessa data, o tema ganhou maior interesse e na 5º edição do encontro realizado na Costa Rica foi proposto que a cada ano, no dia 28 de maio, uma temática nortearia ações políticas que visassem prevenir mortes maternas evitáveis.

Em divulgação no Blog da Saúde, do Ministério da Saúde, no ano de 1988 teve início a Campanha de Prevenção da Mortalidade Materna coordenada pela Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos - RMMDR e pela Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe – RSMLAC. Ao longo dos anos diferentes ações têm sido realizadas para motivar diferentes setores da sociedade, dos governos e da mídia para formação de uma forte opinião pública para esta séria questão.

Segundo publicação no site do Senado Federal, estatísticas revelam que embora o Brasil tenha reduzido suas taxas de mortalidade nos últimos anos isso não foi suficiente para atingir a meta do milênio das Nações Unidas. Deste modo, o número de mortes de mães é alto e a situação é preocupante principalmente entre as mulheres negras (60% do total) e aquelas que residem nas regiões Norte e Nordeste.

Vale pontuar que 92% das caudas de mortes maternas são evitáveis. Entre as principais causas evitáveis, se sobressaem as complicações como hipertensão arterial, hemorragias, complicações por aborto ou infecções no pós-parto.

Além do alerta trazido pelos estudos quantitativos, vale destacar a importância da data e da reafirmação da garantia dos direitos das mulheres na sociedade brasileira e pernambucana, ainda tão marcada por uma cultura machista que favorece uma série de violências e negações de direitos às mulheres.

No âmbito da saúde acreditamos que dificuldades no aprimoramento de políticas efetivas para as mulheres considerando as desigualdades de gênero e a diversidade entre brasileiras (embora tenhamos uma política de Saúde da Mulher que se propõe integral), dificuldades na assistência e no acesso aos serviços, equívocos na condução de estratégias de promoção a saúde e o silenciamento do debate mais amplo sobre as questões que envolvem a vivência da sexualidade e da reprodução das mulheres brasileiras têm contribuído para o agravamento dessas problemáticas.

Enquanto Conselho Regional de Psicologia de Pernambuco – 2ª Região (CRP-02) reafirmamos o Código de Ética Profissional da/o Psicóloga/o que determina, segundo os seus Princípios Fundamentais, que: “A/O psicóloga/o baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos”.
Deste modo, nos juntamos as demais companheiras militantes com reconhecido histórico a frente das discussões e as todas as mulheres brasileiras e pernambucanas no compromisso com a garantia o acesso das mulheres aos direitos sexuais e aos direitos reprodutivos, referendando a autonomia destas frente aos seus corpos.

Ademais, convidamos todas/os as psicólogas/os para a luta pela promoção da saúde da mulher, em todos os âmbitos, e pelo reconhecimento e integração dos diversos momentos e vivências na subjetividade da mulher e seus processos de escolha e decisão.

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